8 jornalistas falam sobre mulheres que as inspiram

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Se é para celebrar o Dia Internacional da Mulher, que seja olhando para nossas conquistas. Por isso, conversamos com 8 jornalistas que vivem em Bauru para saber quem são as mulheres que as inspiram.  Confira a lista:

Anaí Nabuco, da Lettera Comunicação Estratégica

De verdade, a mulher que me inspira é a mulher comum, que vemos todos os dias nos pontos de ônibus, caminhando pelas ruas, no trânsito, indo trabalhar, estudar. É essa mulher multifacetada a grande personalidade a ser reverenciada neste 8 de março. Tenho ao meu lado os melhores exemplos de grandes mulheres: minha mãe (uma fortaleza), minhas duas irmãs, minhas cunhadas e sobrinhas. Todas puro orgulho, referências ímpares, meu norte e farol. Tenho amigas, de A a Z. Sem trocadilhos, são cada uma um verbete a ser descrito no dicionário da vida; para ler e guardar. Personalidade somos nós, profissionais, mães, esposas, namoradas, amigas, estudiosas. Somos todas! Somos uma! Somos mulheres! E só! E muito!

 

Camila Ravanelli, jornalista independente pelo canal Camila Ravanelli

Vou citar uma mulher que conheci faz alguns meses, mas que já ganhou meu respeito. Admiro muito o trabalho da jornalista Nathalia Arcuri. Uma pessoa que passou anos sem protagonismo na TV, mas que nos últimos tempos deu uma virada em sua vida através de seu canal no YouTube, o “Me Poupe”, que dá dicas sobre economia, usando o bom humor para ajudar muita gente a administrar melhor a parte financeira. Ninguém acreditou nela, inclusive pela formação ser jornalista e não economista, mas o resultado calou a boca dos entendidos de plantão. Hoje ela é milionária, cheia de seguidores, e ajuda a vida de muitos

 

Amanda Araújo, do Social Bauru

A mulher que eu admiro é a Malala Yousafzai, jovem do Paquistão que chegou a levar um tiro porque lutava pelos direitos de estudar das mulheres. Eu li o livro que conta um pouco da sua vida e isso mexeu comigo profundamente. É uma grande mulher e uma grande guerreira.

 

Rafaela Hernandez, do SBT Central

São tantas inspirações, cada uma com o seu “Q” especial e incentivador. Mas, quando li a sua mensagem a primeira que me veio à mente foi HEBE CAMARGO. A eterna rainha da televisão. Hebe comandou o primeiro programa feminino lançado no Brasil (O Mundo é das Mulheres). Sempre carismática e cheia de garra, ELA alcançou o topo do sucesso. Imagino que foram inúmeras dificuldades, mas ela fez história. O lado social da HEBE também sempre me encantou.

 

Samantha Ciuffa, fotógrafa do Jornal da Cidade

Fiz fotos de várias mulheres, porque também estamos fazendo uma reportagem pro Dia da Mulher, e cheguei a fazer essa mesma pergunta pra algumas delas. Acho que todas as mulheres da minha família me inspiram, cada uma de um jeito. Só que, principalmente nesse momento, acho que tem um nome que me inspira muito. É a Malala Yousafzai. Faz um tempo que conheci a história dela, comprei o livro sobre sua vida e acabei me envolvendo. Ela é a menina mais nova (na época, com 17 anos) a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, em 2014. Malala foi atingida com um tiro na cabeça pelo Talibã, com apenas 15 anos, simplesmente por querer estudar. Hoje, aos 20, luta pelos direitos das mulheres, além de estudar economia, filosofia e ciência política na Universidade de Oxford. Em recente conferência, Malala deu o recado: “nós não vamos pedir aos homens que mudem o mundo, vamos fazer nós mesmas”.

 

Bruna Novelli, 96 FM

Angelina Jolie é uma mulher que é conhecida principalmente por sua notável beleza e impecável atuação. Porém antes de olhar para fora, a atriz deveria ser notada pelo exemplo de sua empatia e devoção aos necessitados. Ela se destacou por viajar para zonas de guerra, doar milhões para causas humanitárias, e defender mulheres e crianças nos locais de conflito. Jolie ainda passou por uma doença cruel e optou por ser mastectomisada. Preferiu não ter mais seus seios (uma das principais características colocadas como ‘femininas’), do que correr o risco de seu câncer reaparecer. A atriz é uma das principais de sua geração. Mas Angelina já afirmou mais de uma vez que a carreira não é seu papel principal. Mãe de seis filhos, ela ainda leva consigo a empatia e faz desse dom, esse mundo um lugar melhor pra se viver.

 

Lidiane Oliveira, Rádio e TV Câmara

Em meio a tantos nomes incríveis, destaco a figura cujo nome é sinônimo da lei de punição a homens agressores. Marcada para sempre pelo crime do qual foi vítima, hoje ela, numa cadeira de rodas, arregaça as mangas e atua ativamente no combate à violência doméstica e familiar contra mulheres no Brasil. O nome dela, pra mim, tem tudo a ver com o conceito de “sororidade” do qual tanto se fala hoje. De união de esforços por uma finalidade comum. É papel de todas nós promover, cada mais, o enfrentamento a discursos de restrição de direitos às mulheres e ampliar a reflexão sobre condutas de empatia, resistência e autonomia.

 

Amanda Sanches, da 94 FM

A personalidade que mais me inspira, com certeza, é minha mãe, Janete Fazzio Sanches. Ela cuidou da gente da melhor forma, nos ensinou no caminho de Deus, é guerreira, batalhadora, forte e nunca desiste. Minha mãe também me corrigiu, ensinou a amar o próximo e ser dedicada. Hoje, adulta, olho pra ela como espelho de mulher, sem pensar duas vezes, quero ser igual a minha mãe quando crescer.

 

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Em assessoria de imprensa, conteúdo ainda é o diferencial

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A Lettera Comunicação Estratégica comemora 13 anos em fevereiro de 2018. Com o trabalho de assessoria de imprensa em seu DNA, a empresa agregou serviços ao longo dos anos e atualmente conta com núcleo digital para produção de conteúdo e gerenciamento de redes sociais, equipe de publicidade e propaganda, produção editorial, comunicação organizacional e organização de eventos.

No entanto, a assessoria de imprensa segue como um dos destaques do trabalho da Lettera, que atualmente conta com clientes em todo o Estado de São Paulo e outras cidades do País. Anaí Nabuco, jornalista e proprietária da empresa, pontua as mudanças no modo de se fazer assessoria ao longo dos anos.

“O assessor de imprensa precisa pensar em todos os formatos. Antes, pensávamos em rádio, TV e jornal. Agora, temos que pensar também em site, blog, influenciadores e redes sociais”, pondera.

Ela lista alguns pontos que caracterizam a profissão do assessor de imprensa na era digital:

Novos canais de divulgação

As redes sociais também são canais de repercussão da pauta. O bom assessor sabe que o Facebook é atualmente um forte canal de comunicação e, pensando nisso, valoriza também esse meio. Vale estudar cada plataforma para compreender a linguagem e adequar as propostas. LinkedIn, por exemplo, apresenta público mais segmentado e direcionado para determinados assuntos. De modo geral, as redes sociais têm potencial de pulverização de conteúdo e, ao mesmo tempo, de atingir segmentos bem definidos.

Novas possibilidades de gerenciamento de crise

Uma crise que envolve redes sociais pode tomar grandes proporções. A capacidade de disseminação de notícias nesse meio é forte. Somada às fake news e opiniões infundadas, temos um cenário de desafio quando se fala em gerenciamento de crise. A rapidez com que uma postagem se propaga pode exigir do assessor, em um momento de crise, um trabalho mais intensivo.

Trabalho com influenciadores

O potencial dos influenciadores é comprovado. Muitos deles têm público segmentado e fiel, funcionando como eficiente canal de divulgação de produtos, fortalecimento de marca e identificação de público. Trabalhando ao lado deles, o assessor pode alcançar bons resultados. No entanto, é preciso estar atento e desenvolver formas de comprovar o público e a eficácia do influenciador, já que o mercado de compra de seguidores é uma realidade.

O tradicional ainda vale

O mercado pode mudar, mas o bom profissional nunca sai de moda. E, na assessoria de imprensa, a regra vale também para o bom conteúdo. Seja para os meios tradicionais (TV, rádio, jornais e revistas impressos) ou para as novas mídias, o conteúdo relevante faz a diferença. “Você precisa saber extrair bom conteúdo do seu cliente. Precisa saber extrair uma boa pauta. Mesmo sendo de assessoria de imprensa, boa pauta é boa pauta”, finaliza Anaí.

Por Carolina Bataier

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5 dicas de livros-reportagem para comemorar o Dia do Repórter

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A vida comum, o cotidiano e todas as histórias que os cercam viram notícia e poesia por esse profissional do jornalismo: o repórter. E dia 16 de fevereiro, Dia do Repórter, é o momento de celebrar a atividade dessas pessoas que observam e narram os acontecimentos da cidade, do país e do mundo.

Para isso, a Lettera separou cinco dicas de livros-reportagem para quem gosta e admira esse trabalho sensível de pesquisa, apuração e relatar de fatos e causos.

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O olho da rua: Uma repórter em busca da literatura da vida real, Eliane Brum (2008)

Nesta obra, a jornalista gaúcha faz uma reflexão sobre o ofício de repórter. Para cada reportagem, Brum escreveu um texto sobre os dilemas que enfrentou, as escolhas que fez e os erros que cometeu. ‘O olho da rua’ pode ser considerado um diário do repórter, levando em conta que a prática da profissão exige reflexão constante.

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Rota 66, Caco Barcellos (1992)

Livro de estréia do repórter Caco Barcellos, a obra traz uma investigação de mais de um ano para identificar cerca de 4.200 pessoas mortas pela ROTA (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), maior batalhão da polícia militar e o mais “matador” do país. O livro aborda os nomes e detalhes das mortes causadas pelos oficiais da ROTA contra pessoas inocentes ou apenas suspeitas.

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Os Sertões, Euclides da Cunha (1902)

Esta obra é uma grande reportagem sobre a Guerra de Canudos (1896-1897), combate travado entre o exército brasileiro e o movimento popular liderado por Antônio Conselheiro, na cidade de Canudos, na Bahia. Com armamento rústicos e combatentes despreparados, a força de Antônio Conselheiro foi dizimada, mas antes resistiu a duas investidas militares e matou cerca de 5 mil soldados. Enviado especial do jornal O Estado de S. Paulo, Euclides da Cunha relata no livro tudo o que viu, além de contextualizar os motivos aparentes do conflito.

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A Ilha, Fernando Morais (1976)

A reportagem realizada pelo jornalista brasileiro sobre o país liderado por Fidel Castro foi um grande sucesso, não tão menos polêmico, nos anos 70. O livro traz Cuba sob várias perspectivas depois da revolução, como a urbanização do país, educação, saúde, imprensa, posição das mulheres, cultura e outros.

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Holocausto Brasileiro, Daniela Arbex (2013)

A história do Hospital Colônia de Barbacena e de alguns de seus 60 mil pacientes é contada em riqueza de detalhes pela jornalista mineira. Administrado pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais entre 1903 e a década de 1980, o hospital lucrou cerca de 600 mil com a venda de corpos. O livro aborda também a ausência de políticas e fiscalização na internação de pessoas, sendo recolhidos à instituição prostitutas, mendigos, homossexuais e pessoas de outros grupos marginalizados.

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Novidades no Facebook: o que muda para os negócios?

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Lembra quando fazíamos uma postagem em Fanpage e alcançávamos mais de mil pessoas sem qualquer impulsionamento? Hoje isso é difícil. O alcance orgânico necessita de conteúdo interessante para ir mais longe. Precisamos conquistar o público e utilizar o engajamento para chegar a mais pessoas.

Ou seja: as mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg na semana passada não são exatamente uma novidade. Há tempos o Facebook nos obriga a criar conteúdo que desperte interesse no usuário.

Saiba mais: Facebook anuncia mudanças que afetam perfis de negócios

O comunicado de Mark é a cartada final contra os anúncios com perfil de panfletagem – aqueles meramente institucionais, sem conteúdo útil. O criador do Facebook, em seu texto, ressalta o objetivo da rede: conectar pessoa. Para as marcas, resta investir, seja em impulsionamento, seja em produção para criar postagens cada vez mais interessantes, com conteúdo informativo ou de entretenimento, por exemplo.

Se você administra um perfil de negócio, é válido questionar: o que eu tenho a dizer? Que tipo de informações meu público gostaria de receber? Como posso transformar minha página em um espaço de informações e entretenimento? É nessas respostas que está a pista sobre o futuro das Fanpage no Facebook.

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Facebook anuncia mudanças que afetam perfis de negócio

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Parece que as coisas vão mudar para quem trabalha como social media. Em um comunicado publicado hoje na sua timeline, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, anunciou alterações no sistema da rede social.

Mark está de olho no comportamento do seu público. Não é de hoje que usuários vêm reclamando do excesso de publicidade na timeline. Cada vez mais pessoas se mostram cansadas com a atual dinâmica de exibição de conteúdo por ali. Há quem sinta falta da proposta inicial: receber informações sobre amigos e familiares.

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Recentemente, o retorno que recebemos da nossa comunidade nos mostra que o conteúdo de publicidade – posts de negócios, marcas e mídia – estão sufocando os momentos pessoais que conectam pessoas.

É fácil compreender como chegamos a esse ponto. Vídeos e outros conteúdos de publicidade explodiram no Facebook nos últimos anos. A partir do momento em que o conteúdo publicitário superou as postagens de amigos e familiares, o equilíbrio do conteúdo do feed de notícias se distanciou da coisa mais importante que Facebook se propõe a fazer: ajudar a nos conectarmos uns com os outros”. 

No comunicado, Mark promete para os próximos dias operar mudanças na plataforma e controlar o conteúdo comercial postado na rede para favorecer o conteúdo pessoal.

“A primeira mudança que você vai ver é no feed, onde você pode esperar receber mais conteúdo da sua família, amigos e grupos”, informa o comunicado.

O fundador diz também que, com as mudanças, espera que algumas métricas de engajamento caiam mas que, a longo prazo, as mudanças sejam positivas para a rede.

Você tem algum palpite de como é que os perfis de negócios poderão se reinventar? Talvez investir em conteúdo relevante e buscar o engajamento orgânico seja uma saída. Vamos aguardar!

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3 filmes e uma série para quem ama fotografia

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Nesta segunda-feira, dia 8 de janeiro, é o celebrado o Dia Mundial do Fotográfo e a Lettera fez uma seleção de filmes e documentários que abordam vida e as obras desses profissionais que trabalham para transmitir emoção, histórias e conteúdo por meio de seus registros.

O Sal da Terra (2014)

O documentário dirigido por Wim Wenders narra de maneira cronológica toda a vida e carreira do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado. Toda a película é conduzida pelo próprio fotógrafo, tendo como composição as imagens captadas por ele durante seus projetos, como Êxodos (2000), África (2007) e Gênesis (2013), e registros feitos por seu filho, Juliano Salgado, que co-dirige o documentário e acompanhava o pai em suas viagens. Esta obra é direcionada não apenas aos que se interessam por fotografia, mas também para todos que acreditam que a arte tem uma função social.

 

The Big Bang Club (2010)

 

O longa traz a história de um grupo de quatro fotojornalistas – Greg Marinovich, João Silva, Kevin Carter e Ken Oosterbroek – responsáveis por cobrir as primeiras eleições na África do Sul, após o Apartheid (1948 a 1994). Além dos registros sobre a miséria da população, descaso das instituições públicas e violência, o filme aborda o lado psciológico dos fotógrafos, que precisam manter a frieza para desempenhar suas funções.

 

“Câmera Viajante” e a “verdadeira” fotografia (2012)

Este curta de aproximadamente vinte minutos narra o cotidiano de alguns fotógrafos no interior do Brasil, em Juazeiro do Norte – Ceará, que captam seus materiais ao redor da estátua de Padre Cícero, com a intenção de registrar um momento de muita emoção para aqueles que participam de romarias em vista à estátua.

 

Tales By Light (2015)

Esta série de documentários acompanha fotográfos famosos Art Wolfe, Darren Jew, Krystle Wright, Richard I’Anson e Peter Eastway. Cada episódio traz seus projetos e viagens exploratórias a lugares remotos, em busca por imagens incríveis de natureza e cultura local. O legal dessa série é que ela é produzida pela Canon, então pode esperar cenas lindíssimas e muito bem elaboradas. Ela já conta com duas temporadas e está disponível no Netflix.

 

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Cinco campanhas marcantes de Natal

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No fim de ano, muitas marcas aparecem com campanhas de Natal emocionantes. São produções curtas mas que se tornam histórias tão marcantes e que, nesta época, estão presentes durante conversas descontraídas e os almoços natalinos.

Nossa equipe reuniu alguns comerciais para você relembrar, confira!

 

2017 – História de Natal – Sadia

Neste ano, a Sadia trouxe em seu comercial de Natal um temas em alta, como representatividade e inclusão. Além de uma história de empatia, o comercial traz a lição de que ajudar alguém pode ser tão benéfico para você quanto é para quem recebe esse carinho.

 

 

2017 – O importante é se expressar! – Renner 

Seguindo a linha da Sadia no quesito representatividade, a rede de lojas Renner traz em seu comercial deste ano uma história de amizade entre a garotinha Rita e sua nova vizinha. Vale a pena dar uma olhadinha!

 

 

2016 – Uma viagem de Wes Anderson – H&M
Em 2016, a multinacional do ramo da moda H&M trouxe, em sua campanha de Natal, um vídeo dirigido pelo cineasta Wes Anderson. No vídeo, os corredores do trem viram passarela, tudo no melhor estilo do diretor (incluindo o ator Adrien Brody, presença constante nos filmes de Anderson).

 

 

2014 – Monty, the penguin – John Lewis

A marca de departamento norte-americana John Lewis sempre caprichas em seus comerciais natalinos. O escolhido para a nossa lista foi o de 2014, onde o pinguim Monty descobre o amor no Natal.

 

 

2012 – A Viagem – O Boticário

O Boticário é outra marca que produz comerciais bem tocantes e não só para o Natal. Em 2012, um comercial que contava o lindo gesto de uma filha para seu pai emocionou muitas pessoas.

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O que faz um profissional de RP?

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Relacionamento é o seu negócio! O profissional de Relações Públicas generalista, com uma visão ampla da comunicação, integra conteúdo e propaganda através de ações de relacionamentos. É a pessoa que trabalha  para estabelecer dentro das organizações uma comunicação integrada.

Quando se trata  das ações de uma organização de qualquer natureza no sentido de estabelecer e manter a compreensão mútua com seus públicos, isso é considerado Relações Públicas.

São profissionais mediadores na relação das empresas com os seus públicos. E, quando falamos de públicos, não estamos tratando apenas do consumidor final, mas de todos os indivíduos que se relacionam de alguma forma com a empresa. Ou seja, fornecedores, acionistas, parceiros, jornalistas, internauta, entre outros.

Portanto, ao se direcionar ao profissional que irá mediar o relacionamento e propor ações estratégicas a cada um desses públicos, muito prazer, sou o profissional de Relações Públicas.

O RP nas agências de comunicação

Dentro de uma agência de comunicação, encontram-se vários profissionais do segmento, como publicitários, jornalistas e, mais recentemente, os social media. Neste ambiente, o Relações Públicas integra os trabalhos e funções exercidos por cada um dos outros profissionais, cuidando para que o resultado final dessa união funcione em harmonia.

Por exemplo, na criação de uma campanha com diversas frentes de atuação – assessoria de imprensa, publicidade, mídias sociais – é o Relações Públicas que integra essa comunicação e cuida para que a mensagem final seja unificada.

Por Jenyffer Braz, relações públicas e colaboradora Lettera

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Listamos 18 sugestões para sua próxima leitura

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Neste domingo, 29 de outubro, é celebrado do Dia Nacional do Livro. Para comemorar a data com a atenção que o assunto merece, cada um de nós, aqui da Lettera, falou um pouco sobre seu livro preferido. Você está pensando na sua próxima leitura? Confira aqui algumas sugestões:

Vidas Secas, de Graciliano Ramos
Dica de Ieda Rodrigues
Começamos a lista com um clássico da literatura brasileira. Seus personagens, como a cachorra Baleia, seguem para sempre na memória de quem lê. “Um livro que narra vida árida, porém com muita humanidade, com economia e precisão nas palavras”.

O Tempo e o Vento, Érico Veríssimo
Dica de Luciana Oliveira
Outro clássico da literatura brasileira. Nesta obra, o autor reúne em sete livros as histórias das famílias Terra e Cambará, suas guerras e revoluções em nome do poder político. “No Rio Grande do Sul, fatos históricos misturam-se brilhantemente com a ficção”.

1984, de George Orwell
Dica de Wilson Vieira
Um romance distópico que narra as relações de uma sociedade onde a população vive constantemente observada e submetida às regras de um regime totalitário. Essa ficção, escrita em 1949, aborda temas que não perdem a pertinência. “Um livro que assombrosamente se mantém atual e disseca as engrenagens de regimes totalitários e inescrupulosos”.

A Guerra dos Tronos, de George R. R. Martin
Dica de Fabio de Souza
O primeiro livro da série escrita por George R. R. Martin é ideal para quem gosta de se aventurar no mundo da fantasia e deixar a imaginação fluir. “Gosto do tema de fantasia e dessa série pela capacidade do autor de criar um universo com elementos fantasiosos com capacidade de expandir nossa imaginação”.

Sandman, de Neil Gaiman
Dica de Luiz Arthuso
“Filho do tempo e da noite, Sandman é o perpétuo do Sonho, irmão de Desejo, Morte, Destino, Destruição, Desespero e Delírio. Precisei apenas disso para começar a ler obra que, ao lado de 2001 – Uma Odisseia no Espaço, está em um lugar especial na prateleira de casa”.

O Clube do Filme, de David Gilmour
Dica de Marina Barrios
O livro, publicado em 2007, é uma biografia sensível escrita pelo crítico de cinema canadense David Gilmour, onde ele narra o período da sua vida em que o filho adolescente passou a morar com ele. Depois de várias tentativas de corrigir o comportamento do garoto, o jornalista resolve tirá-lo da escola e educá-lo por meio de filmes escolhidos pelo próprio crítico. “Gosto bastante deste livro por trazer um relato inusitado sobre o cotidiano de pai e filho e como deu certo essa forma de educar”.

Donnie Darko, de Richard Kelly
Dica de Fabiana Carvalho
Donnie Darko é um filme de 2001 que une suspense, drama e ficção científica.  No livro, além do roteiro original do filme, há uma entrevista com o diretor e também com o elenco original. “Então, para quem assistiu o filme pela primeira vez e não entendeu nada, o livro é uma ótima recomendação para esclarecer algumas coisas que ficaram subentendidas no filme”.

Amor, Liberdade e Solitude, de Osho
Dica de Livia Bagaiolo
Osho foi professor de filosofia e mestre de meditação. Sua obra trata das chagas da humanidade e paradigmas que foram postos no mundo com o passar do tempo. “Ele retrata sobre o amor próprio, o amor por Deus e o amor pelo próximo. O livro nos faz ser antes de sentir e além disso ajuda a nos levantar, a nos enfrentar e a conhecermos o verdadeiro amor para depois conhecer a verdade, a Deus e a nós mesmos. Osho desenvolveu um guia encantador, realista e sensato que nos leva, com desenvoltura, a compreender as complexidades da vida moderna e dos relacionamentos”.

Senzala, de Salvador Gentile
Dica de Edelma Martins
Esse romance narra a vida dos escravos a partir da visão da religião espírita. “Li esse livro há muito tempo e nunca mais esqueci a emoção que senti. Libertar-se da culpa é um dos pontos que me chamou atenção, dentro de uma história bem elaborada e cheia de ação. Um ótimo livro para manter-se alinhado com os pensamentos que promovem ascensão nas ideias positivas, mostrando a realidade de pessoas que passaram por situações parecidas aos dos personagens escravos e donos de terras de tempos atrás”.

Confesso que vivi, de Pablo Neruda
Dica de Rafael de Paula
Publicado em 1974, esse livro traz a autobiografia do poeta chileno. “Neruda é capaz de transformar coisas pequenas em gigantes reflexões sobre a vida e o ser humano. Vale cada palavra lida!”.

Chatô, o Rei do Brasil, de Fernando Morais
Dica de Carolina Mescoloti
Essa obra traz a biografia de Assis Chateaubriand, figura excêntrica e importante da história da comunicação no BrasilUm livro interessante que fala sobre a história da comunicação e a luta pelo poder político no período em que a televisão estava sendo implementada no Brasil.

Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert
Dica da Milene Góes
Uma autobiografia sensível e divertida, que narra as aventuras cotidianas da autora em um período sabático por Índia, Itália e ilha de Bali, na Indonésia. “Indico esse livro, pois mostra uma história de superação e coragem em busca do equilíbrio, liberdade e amor próprio”.

Cartas para Julieta, de Lise Friedman 
Dica de Silene Maldonado
O livro começa em outra história romântica: Romeu e Julieta. Diariamente, a cidade de Verona, na Itália, recebe cartas com remetentes de todo o mundo, que são encaminhadas a Julieta, a eterna personagem do romance de Shakespeare. Em Cartas para Julieta, acompanhamos a história dos voluntários que respondem essas cartas. “Eu gosto de histórias românticas e que transmitam verdades, adoro livro baseados em histórias reais”.

Eu sou Malala, de Malala Yousafzai
Dica de Gabriela Donatto
Essa autobiografia ganhou fama mundial por narrar a história de luta e coragem da ativista paquistanesa que se tornou a pessoa mais jovem a receber um Nobel. “Malala é um símbolo de luta pelo direito igualitário de gênero à educação. Mesmo diante da violência, a menina não desistiu de buscar conhecimento e liberdade para as mulheres paquistanesas. A biografia relata a triste realidade daquele local, onde vários direitos comuns aos cidadãos ocidentais são cerceados. Mas a vida da menina é um exemplo de que, mesmo diante de várias adversidades, é possível mudar um fragmento da realidade e que a educação é uma das principais ferramentas para essa transformação”.

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry
Dica de Lucien Luiz
Esse clássio da literatura francesa conquistou fãs em todo o mundo. É uma ficção que mostra, de forma encantadora, o diálogo entre um aviador perdido no deserto e um princepezinho vindo de outro planeta. “Este livro é aquele que te transforma a cada leitura. Um livro que serve para todas as fases da vida”.

O Processo, de Franz Kafka
Dica de Anai Nabuco
Imagine acordar certa manhã e descobrir que você está sendo processado por um crime que sequer cometeu e do qual pouco sabe a respeito. É esse o mote desse livro intrigante e perturbador. “É um clássico que nunca esteve tão atual”.

Capitães da Areia, de Jorge Amado
Dica de Irani Pontes
Os Capitães da Areia são crianças abandonadas que vivem pelas ruas de Salvador. O livro, de 1937, traz um crítica social bem amarrada pela descrição da realidade das crianças que vivem em situação de abandono. “É uma história marcante, com personagens fortes”.

Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa
Dica de Carolina Bataier
Esse livro é dividido em dois contos: Campo Geral, que conta a história do menino Miguilim; e Uma estória de amor, onde o personagem principal é Manuelzão. “São duas histórias encantadoras. Miguilim é um menino que vive com a família num lugar distante, na zona rural. E Manuelzão é um senhor que está esperando por uma festa. A forma como o autor revela a visão dos personagens é de emocionar. Um livro inesquecível”.

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Marketing x Pessoas

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O marketing apresenta ferramentas para comunicar um produto ou serviço da melhor forma, exaltando seus principais benefícios e diferenciais em relação à concorrência.

E hoje, o que são estes benefícios e diferenciais?

A distância entre produto, serviço e pessoas diminui cada vez mais, ou seja, para comunicar um produto ou serviço, este precisa ser humanizado.

Ao atribuir o caráter humano à um produto ou serviço, você estabelece com o público a identificação. A escolha por uma marca e não à outra, está cada vez mais ligada à condição humana em sua totalidade: crenças, valores e experiências de vida.

Qual o produto ou serviço? Como ele é fabricado? Com o que ele é fabricado? Quem fabrica? Que trabalho social ele executa? Sua atitude é responsável em relação ao meio ambiente? Qual sua postura com seus colaboradores? É uma empresa ética e honesta? Quais os seus valores?

Agregar valor ao negócio por meio de ações direcionadas e atribuir conceito à comunicação são ferramentas indispensáveis para ser parte da memória do público. A única forma de transformar-se em “case” de sucesso é estabelecendo relacionamento com este público. Com a construção deste composto de ideias, é possível acessar, além da necessidade ou desejo, que podem ser imediatistas, o coração. Desta forma, a escolha transforma-se em fidelidade.

As empresas são feitas de pessoas. Devemos entender o produto ou serviço como uma extensão destes seres humanos. Esta extensão é um sonho compartilhado, que viraliza, mas que traz em sua essência a sustentabilidade. As pessoas não querem adquirir um produto ou serviço, querem fazer parte de um grupo ideológico, que está alinhado à sua forma de ver o mundo e o futuro.

 

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