O que faz um profissional de RP?

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Relacionamento é o seu negócio! O profissional de Relações Públicas generalista, com uma visão ampla da comunicação, integra conteúdo e propaganda através de ações de relacionamentos. É a pessoa que trabalha  para estabelecer dentro das organizações uma comunicação integrada.

Quando se trata  das ações de uma organização de qualquer natureza no sentido de estabelecer e manter a compreensão mútua com seus públicos, isso é considerado Relações Públicas.

São profissionais mediadores na relação das empresas com os seus públicos. E, quando falamos de públicos, não estamos tratando apenas do consumidor final, mas de todos os indivíduos que se relacionam de alguma forma com a empresa. Ou seja, fornecedores, acionistas, parceiros, jornalistas, internauta, entre outros.

Portanto, ao se direcionar ao profissional que irá mediar o relacionamento e propor ações estratégicas a cada um desses públicos, muito prazer, sou o profissional de Relações Públicas.

O RP nas agências de comunicação

Dentro de uma agência de comunicação, encontram-se vários profissionais do segmento, como publicitários, jornalistas e, mais recentemente, os social media. Neste ambiente, o Relações Públicas integra os trabalhos e funções exercidos por cada um dos outros profissionais, cuidando para que o resultado final dessa união funcione em harmonia.

Por exemplo, na criação de uma campanha com diversas frentes de atuação – assessoria de imprensa, publicidade, mídias sociais – é o Relações Públicas que integra essa comunicação e cuida para que a mensagem final seja unificada.

Por Jenyffer Braz, relações públicas e colaboradora Lettera

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Listamos 18 sugestões para sua próxima leitura

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Neste domingo, 29 de outubro, é celebrado do Dia Nacional do Livro. Para comemorar a data com a atenção que o assunto merece, cada um de nós, aqui da Lettera, falou um pouco sobre seu livro preferido. Você está pensando na sua próxima leitura? Confira aqui algumas sugestões:

Vidas Secas, de Graciliano Ramos
Dica de Ieda Rodrigues
Começamos a lista com um clássico da literatura brasileira. Seus personagens, como a cachorra Baleia, seguem para sempre na memória de quem lê. “Um livro que narra vida árida, porém com muita humanidade, com economia e precisão nas palavras”.

O Tempo e o Vento, Érico Veríssimo
Dica de Luciana Oliveira
Outro clássico da literatura brasileira. Nesta obra, o autor reúne em sete livros as histórias das famílias Terra e Cambará, suas guerras e revoluções em nome do poder político. “No Rio Grande do Sul, fatos históricos misturam-se brilhantemente com a ficção”.

1984, de George Orwell
Dica de Wilson Vieira
Um romance distópico que narra as relações de uma sociedade onde a população vive constantemente observada e submetida às regras de um regime totalitário. Essa ficção, escrita em 1949, aborda temas que não perdem a pertinência. “Um livro que assombrosamente se mantém atual e disseca as engrenagens de regimes totalitários e inescrupulosos”.

A Guerra dos Tronos, de George R. R. Martin
Dica de Fabio de Souza
O primeiro livro da série escrita por George R. R. Martin é ideal para quem gosta de se aventurar no mundo da fantasia e deixar a imaginação fluir. “Gosto do tema de fantasia e dessa série pela capacidade do autor de criar um universo com elementos fantasiosos com capacidade de expandir nossa imaginação”.

Sandman, de Neil Gaiman
Dica de Luiz Arthuso
“Filho do tempo e da noite, Sandman é o perpétuo do Sonho, irmão de Desejo, Morte, Destino, Destruição, Desespero e Delírio. Precisei apenas disso para começar a ler obra que, ao lado de 2001 – Uma Odisseia no Espaço, está em um lugar especial na prateleira de casa”.

O Clube do Filme, de David Gilmour
Dica de Marina Barrios
O livro, publicado em 2007, é uma biografia sensível escrita pelo crítico de cinema canadense David Gilmour, onde ele narra o período da sua vida em que o filho adolescente passou a morar com ele. Depois de várias tentativas de corrigir o comportamento do garoto, o jornalista resolve tirá-lo da escola e educá-lo por meio de filmes escolhidos pelo próprio crítico. “Gosto bastante deste livro por trazer um relato inusitado sobre o cotidiano de pai e filho e como deu certo essa forma de educar”.

Donnie Darko, de Richard Kelly
Dica de Fabiana Carvalho
Donnie Darko é um filme de 2001 que une suspense, drama e ficção científica.  No livro, além do roteiro original do filme, há uma entrevista com o diretor e também com o elenco original. “Então, para quem assistiu o filme pela primeira vez e não entendeu nada, o livro é uma ótima recomendação para esclarecer algumas coisas que ficaram subentendidas no filme”.

Amor, Liberdade e Solitude, de Osho
Dica de Livia Bagaiolo
Osho foi professor de filosofia e mestre de meditação. Sua obra trata das chagas da humanidade e paradigmas que foram postos no mundo com o passar do tempo. “Ele retrata sobre o amor próprio, o amor por Deus e o amor pelo próximo. O livro nos faz ser antes de sentir e além disso ajuda a nos levantar, a nos enfrentar e a conhecermos o verdadeiro amor para depois conhecer a verdade, a Deus e a nós mesmos. Osho desenvolveu um guia encantador, realista e sensato que nos leva, com desenvoltura, a compreender as complexidades da vida moderna e dos relacionamentos”.

Senzala, de Salvador Gentile
Dica de Edelma Martins
Esse romance narra a vida dos escravos a partir da visão da religião espírita. “Li esse livro há muito tempo e nunca mais esqueci a emoção que senti. Libertar-se da culpa é um dos pontos que me chamou atenção, dentro de uma história bem elaborada e cheia de ação. Um ótimo livro para manter-se alinhado com os pensamentos que promovem ascensão nas ideias positivas, mostrando a realidade de pessoas que passaram por situações parecidas aos dos personagens escravos e donos de terras de tempos atrás”.

Confesso que vivi, de Pablo Neruda
Dica de Rafael de Paula
Publicado em 1974, esse livro traz a autobiografia do poeta chileno. “Neruda é capaz de transformar coisas pequenas em gigantes reflexões sobre a vida e o ser humano. Vale cada palavra lida!”.

Chatô, o Rei do Brasil, de Fernando Morais
Dica de Carolina Mescoloti
Essa obra traz a biografia de Assis Chateaubriand, figura excêntrica e importante da história da comunicação no BrasilUm livro interessante que fala sobre a história da comunicação e a luta pelo poder político no período em que a televisão estava sendo implementada no Brasil.

Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert
Dica da Milene Góes
Uma autobiografia sensível e divertida, que narra as aventuras cotidianas da autora em um período sabático por Índia, Itália e ilha de Bali, na Indonésia. “Indico esse livro, pois mostra uma história de superação e coragem em busca do equilíbrio, liberdade e amor próprio”.

Cartas para Julieta, de Lise Friedman 
Dica de Silene Maldonado
O livro começa em outra história romântica: Romeu e Julieta. Diariamente, a cidade de Verona, na Itália, recebe cartas com remetentes de todo o mundo, que são encaminhadas a Julieta, a eterna personagem do romance de Shakespeare. Em Cartas para Julieta, acompanhamos a história dos voluntários que respondem essas cartas. “Eu gosto de histórias românticas e que transmitam verdades, adoro livro baseados em histórias reais”.

Eu sou Malala, de Malala Yousafzai
Dica de Gabriela Donatto
Essa autobiografia ganhou fama mundial por narrar a história de luta e coragem da ativista paquistanesa que se tornou a pessoa mais jovem a receber um Nobel. “Malala é um símbolo de luta pelo direito igualitário de gênero à educação. Mesmo diante da violência, a menina não desistiu de buscar conhecimento e liberdade para as mulheres paquistanesas. A biografia relata a triste realidade daquele local, onde vários direitos comuns aos cidadãos ocidentais são cerceados. Mas a vida da menina é um exemplo de que, mesmo diante de várias adversidades, é possível mudar um fragmento da realidade e que a educação é uma das principais ferramentas para essa transformação”.

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry
Dica de Lucien Luiz
Esse clássio da literatura francesa conquistou fãs em todo o mundo. É uma ficção que mostra, de forma encantadora, o diálogo entre um aviador perdido no deserto e um princepezinho vindo de outro planeta. “Este livro é aquele que te transforma a cada leitura. Um livro que serve para todas as fases da vida”.

O Processo, de Franz Kafka
Dica de Anai Nabuco
Imagine acordar certa manhã e descobrir que você está sendo processado por um crime que sequer cometeu e do qual pouco sabe a respeito. É esse o mote desse livro intrigante e perturbador. “É um clássico que nunca esteve tão atual”.

Capitães da Areia, de Jorge Amado
Dica de Irani Pontes
Os Capitães da Areia são crianças abandonadas que vivem pelas ruas de Salvador. O livro, de 1937, traz um crítica social bem amarrada pela descrição da realidade das crianças que vivem em situação de abandono. “É uma história marcante, com personagens fortes”.

Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa
Dica de Carolina Bataier
Esse livro é dividido em dois contos: Campo Geral, que conta a história do menino Miguilim; e Uma estória de amor, onde o personagem principal é Manuelzão. “São duas histórias encantadoras. Miguilim é um menino que vive com a família num lugar distante, na zona rural. E Manuelzão é um senhor que está esperando por uma festa. A forma como o autor revela a visão dos personagens é de emocionar. Um livro inesquecível”.

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Marketing x Pessoas

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O marketing apresenta ferramentas para comunicar um produto ou serviço da melhor forma, exaltando seus principais benefícios e diferenciais em relação à concorrência.

E hoje, o que são estes benefícios e diferenciais?

A distância entre produto, serviço e pessoas diminui cada vez mais, ou seja, para comunicar um produto ou serviço, este precisa ser humanizado.

Ao atribuir o caráter humano à um produto ou serviço, você estabelece com o público a identificação. A escolha por uma marca e não à outra, está cada vez mais ligada à condição humana em sua totalidade: crenças, valores e experiências de vida.

Qual o produto ou serviço? Como ele é fabricado? Com o que ele é fabricado? Quem fabrica? Que trabalho social ele executa? Sua atitude é responsável em relação ao meio ambiente? Qual sua postura com seus colaboradores? É uma empresa ética e honesta? Quais os seus valores?

Agregar valor ao negócio por meio de ações direcionadas e atribuir conceito à comunicação são ferramentas indispensáveis para ser parte da memória do público. A única forma de transformar-se em “case” de sucesso é estabelecendo relacionamento com este público. Com a construção deste composto de ideias, é possível acessar, além da necessidade ou desejo, que podem ser imediatistas, o coração. Desta forma, a escolha transforma-se em fidelidade.

As empresas são feitas de pessoas. Devemos entender o produto ou serviço como uma extensão destes seres humanos. Esta extensão é um sonho compartilhado, que viraliza, mas que traz em sua essência a sustentabilidade. As pessoas não querem adquirir um produto ou serviço, querem fazer parte de um grupo ideológico, que está alinhado à sua forma de ver o mundo e o futuro.

 

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Posicionamento político como estratégia de marketing?

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Recentemente nos deparamos com a surpreendente vitória de Donald Trump nas eleições americanas. Este fato surpreendeu o mundo, já que o posicionamento do presidente americano é extremista, xenófobo e estruturado no preconceito e segregação das minorias.

Baseado nisso, algumas marcas resolveram se posicionar em relação à nova política adotada pelos Estados Unidos. A Airbnb, Starbucks e Google foram algumas dessas empresas que aliaram seus posicionamentos políticos à estratégia de marketing.

A companhia Airbnb criou uma campanha original e ousada para ser divulgada durante o evento Super Bowl – o segundo evento mais assistido no mundo – em que a empresa manda um recado contra a política adotada por Donald Trump. O vídeo nomeado como “We Accept”, produzido in-house, apresenta pessoas de várias etnias com a seguinte mensagem: “Acreditamos que não importa quem você é, de onde você é ou de onde você viaja;  você deve ser capaz de pertencer à comunidade Airbnb. Ao aderir a esta comunidade, você deve comprometer-se a tratar todos os membros, independentemente da raça, sexo, etnia, religião, orientação sexual, deficiência, origem nacional, identidade de gênero ou idade com respeito e sem julgamento de preconceito. O mundo é um lugar muito mais bonito quando você aceita”.

Já a rede de cafés Strabucks se comprometeu a contratar até 10.000 refugiados nos próximos anos e a empresa Google também anunciou um fundo de US$ 4 milhões – dos quais US$ 2 milhões são oriundos de doações de funcionários da empresa – destinados a organizações que lidam com imigrantes.

Agora, você se pergunta: o que está mudando na propaganda? Por qual motivo diversas marcas estão se posicionando de forma tão autêntica? Será apenas uma estratégia de marketing ou as empresas realmente acreditam que hoje, mais do que nunca, é preciso se posicionar diante das situações políticas, sociais e econômicas?

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Narrativa transmídia e a criação de campanhas publicitárias

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A narrativa transmídia- muito comentada nos últimos tempos – mostra-se como estratégia cada vez mais assertiva no mercado publicitário. Isso porque essa estratégia utiliza as diversas plataformas para veicular conteúdos de forma independente, mas que completam uma narrativa criada estrategicamente.  Mas aí você deve estar se perguntando: qual a diferença dessa estratégia e o marketing digital?

Essa estratégia vai além de buscar novos nichos no meio digital para venda de produtos; ela busca conquistar e fidelizar as pessoas às marcas a partir dos interesses compartilhados e a ligação dos produtos com valores de vida dos consumidores. Ou seja, é uma estratégia que extrapola os meios digitais para a interação real com as pessoas. A narrativa transmídia não exclui o marketing digital, pelo contrário, utiliza-o dentro de sua estrutura. Para ficar mais claro, vamos usar essa narrativa na prática; por exemplo, um restaurante vegetariano para vender mais, resolve investir em marketing.

Para que a marca se torne mais conhecida, os 4Ps (produto, preço, praça e promoção) serão trabalhados de uma forma diferente pela agência de comunicação. A ideia é investir em diferentes abordagens com o mesmo conteúdo para alcançar um público específico. Pois, é necessário explorar as características comuns de cada grupo social que a marca pretende chegar para que se estabeleça uma relação de credibilidade e identificação com essas pessoas. No caso desse cliente fictício, essa estratégia irá envolver suas byer personas com linguagens e plataformas diferentes de acordo com seus interesses.

Além da diversificação de conteúdo, há a necessidade, também, de diversificação de plataformas de veiculação. Ou seja, para que a narrativa transmídia seja colocada em prática, é preciso uma equipe interdisciplinar, conhecimentos específicos de linguagens e uma agência disposta em investir em inovação e geração de novos conhecimentos.
Quer saber mais sobre essa estratégia e demais serviços? Conheça a Lettera Comunicação Estratégica.

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Caros Amigos celebra 20º aniversário com livro

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O ano de 1997 marca a entrada no mercado editorial nacional de uma revista idealizada por um grupo de amigos jornalistas, publicitários e profissionais da comunicação que tinham como propósito questionar, no sentido real da palavra. Na contramão dos conglomerados da comunicação, a Revista Caros Amigos logo fez sucesso nas bancas – ainda sem contar no início com anunciantes e assinantes – por trazer ao público um jornalismo independente, crítico e comprometido com a transformação da sociedade brasileira.

Desde 2008 sob a direção-geral de Wagner Nabuco, Caros Amigos conquistou importantes prêmios e homenagens em reconhecimento a sua coragem e pensamento neoliberal. Postura que imprimiu em suas páginas, entre tantas outras histórias, denúncias de repressão policial conta integrantes do Movimento Sem Terra no Paraná, a impunidade a grupos de extermínio e a escravização de trabalhadores e índios nos campos.

Duas décadas de história merecem celebração! A Caros Amigos que nasceu das mãos de Sérgio de Souza, Roberto Freire, José Carlos Marão, Alberto Dines, Juca Kfouri, Francisco Vasconcellos, Adriana Cury, João de Barros, João Noro, José Trajano, Oscar Colucci, Bia Toledo, Sérgio Pinto de Almeida, Colibri e Jorge Brolio, e que hoje mantém sua linha ideológica e seu compromisso com o leitor, presenteia o público com o livro “18 entrevistas”. São conversas feitas por jornalistas colaboradores, criteriosamente selecionadas, e que remontam a momentos importantes do país, sob a ótica de pessoas que também têm suas linhas biográficas fortemente ligadas à história do Brasil.

Chico Buarque, Lula, Marilena Chauí, Mano Brown, Oscar Niemeyer, Sócrates são alguns personagens presentes neste compilado, considerado um documento da luta pela democracia e o livre pensamento, seja ela manifestada pela política, cultura, ou até mesmo, pela arquitetura.

A Lettera Comunicação assina orgulhosamente a produção editorial, que tem a coordenação geral de Anaí Nabuco e coordenação executiva de Lucien Luiz. O livro “18 entrevistas tem a versão digital disponível gratuitamente aqui .

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Ajudar quem precisa aquece o nosso coração!

campanha do agasalho

A Equipe Lettera arrecadou mais de setenta peças de roupas para a Campanha do Agasalho 2016. Um recorde comparado com o ano de 2015 que arrecadou um pouco menos. Depois da arrecadação, as peças foram penduradas em cabides espalhados pela rodoviária de Bauru para ajudar quem precisa se proteger neste frio.

Seja um parceiro desta campanha! Assista ao vídeo e saiba mais: https://youtu.be/C4MHP2g7oVs

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Café, arte e literatura

Capa com fotografia de Calil Neto

Capa com fotografia de Calil Neto

 

Na próxima quinta-feira, 23 de abril, o livro “Boca do Sertão: a História de Piratininga na Marcha do Café” será lançado no Piratininga Tênis Clube. A publicação de autoria de Luís Paulo Domingues traz a história da trajetória do café na região.

O evento contará com a participação da companhia artística Giralua, que fará a intervenção cênica “Memórias da Ferrovia”. O grupo vai retratar um contexto caipira que recebeu a construção da ferrovia, originando a cidade de Piratininga. A companhia trabalha com projetos artísticos nas linguagens de teatro, artes visuais, contação de histórias e intervenções artísticas em espaços diversos.

Além da interação visual, os participantes do evento de lançamento poderão saborear a especialidade da Jolie Café, o café produzido nas terras de Piratininga. Lembrando que todos os habitantes estão convidados a prestigiar a homenagem da história da cidade onde vivem.

A equipe de produção é formada pelo jornalista Luís Paulo Domingues, pelo fotógrafo Calil Neto, pela historiadora Cláudia Leonor, pelo designer gráfico Gustavo Domingues e pela publicitária Cristiane Sabino. O livro é a realização de um projeto da Universo Elegante Produção Cultural, viabilizado pelo Programa de Ação Cultural (Proac) da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo e patrocinado integralmente pela Duratex S.A.

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“Boca do Sertão: a História de Piratininga na Marcha do Café”

boca sertao

Livro sobre o desenvolvimento da cidade a partir da chegada da cafeicultura será lançado neste mês de abril, com 167 páginas cheias de muitas histórias

Na era de ouro do café paulista, Boca do Sertão era o nome dado a toda localidade situada na ponta da linha de uma ferrovia. Por 19 anos – ente 1905 e 1924 – Piratininga foi a Boca do Sertão do ramal de Agudos da Ferrovia Paulista. A cidade era a estação terminal e para lá rumavam os interesses dos fazendeiros e da multidão de trabalhadores das lavouras de café. A Boca do Sertão atraía muita gente. O café chegou, estabilizou-se, abriu caminhos e fez Piratininga crescer, transformando a história, arquitetura e cultura do município.
O livro “Boca do Sertão: a História de Piratininga na Marcha do Café” traça, em suas 167 páginas, a saga do café por meio de entrevistas, pesquisas bibliográficas e documentais realizadas a partir dos registros históricos da cidade. Com fotografia de Calil Neto, a publicação, cujo lançamento será dia 23 de abril, no Piratininga Tênis Clube, conta ainda com a colaboração da coordenadora de produção Cristiane Sabino, textos de Luís Paulo Domingues, orientação de pesquisa histórica por Cláudia Leonor e design de Gustavo Domingues. A obra chegará às livrarias ainda no primeiro semestre deste ano.
O livro foi organizado em dois momentos – “Piratininga na marcha do café” e “Poéticas Visuais”. A primeira parte apresenta uma narrativa cronológica, antes e depois da chegada do café à região. As entrevistas, coletadas durante a primeira etapa de produção do livro, ajudam a compor a narrativa do livro todo, apresentando também as “Histórias fantásticas da Boca do Sertão” e as “Pequenas Histórias”, relatadas pelos entrevistados. A segunda parte é puramente poética, compondo belíssimas imagens feitas por Calil Neto e textos que misturam história e poesia.
Cristiane Sabino, coordenadora de produção, descreve o processo, suas necessidades e etapas. “A produção e processo de pesquisa de um projeto como esse envolve investigação de fontes bibliográficas, pesquisa documental e iconográfica, mapeamento de entrevistados, agendamento, preparo e realização de entrevistas. Somadas a isso, muitas outras ações, frequentemente realizadas com apoio da comunidade por meio de seus depoimentos ou de suas indicações”, acrescenta.
Luís Paulo, que propôs o projeto do livro, conta como foi a trajetória de produção. Jornalista e coordenador do Museu do Café da Fazenda São João, em Piratininga, o autor fazia trilhas nas matas da região aos finais de semana e, em suas andanças, descobriu cenários, prédios históricos até então desconhecidos pela população da região. Quis retratar a história descoberta nas trilhas para que todos tivessem conhecimento e pudessem valorizá-la. Foram, ao todo, oito meses de captação de imagens e depoimentos dos habitantes.
“Todas as páginas são ilustradas para que o leitor possa viajar no tempo e acompanhar de perto o desenvolvimento do café na região. A obra é composta também por curiosidades, documentos originais e paisagens atuais”, conta Luís Paulo.
Como dificuldades, o autor cita as adversidades para fotografar, como a chuva, o frio e o sol quente. Ressalta que alguns dos fazendeiros entrevistados o esperavam às seis da manhã para fornecer os depoimentos que, mais tarde, comporiam as “Pequenas Histórias” do livro de Piratininga.
A publicação é um projeto viabilizado pelo Programa de Ação Cultural (Proac), da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo. É também patrocinado integralmente pela Duratex S.A.
“Para nós da Duratex, poder oferecer este projeto para a população de Piratininga e região é um prazer enorme. Entendemos que o desenvolvimento e prosperidade estão relacionados ao conhecimento que temos de nossas origens, e realizar este tipo de resgate histórico só pode contribuir ainda mais para a formação de cada um.”, afirma José Ricardo Ferraz, Diretor Florestal da Duratex.

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Brotas na revista Viagem e Turismo

Revista Viagem e Turismo - Coluna Por aí - mês de abril

A edição de abril da revista Viagem e Turismo, a principal revista de turismo do Brasil, traz uma matéria em página inteira sobre a nova atração Queda Livre de Brotas, que começou a funcionar em fevereiro. A matéria sobre Brotas está na coluna Por Aí, dedicada a novidades. Confira.

 

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